
Durante sua apresentação no Festival Virada Salvador, no sábado (27), o cantor Léo Santana gerou polêmica ao dizer ao público: “Quem tá feliz faz o L e não confundam”. A fala, acompanhada do gesto característico com a mão, foi rapidamente interpretada por parte do público e nas redes sociais como uma possível menção ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que usa sinal similar.
A repercussão reacendeu o debate sobre o pedido de registro da expressão “FAZ O L” como marca, protocolado pelo cantor e sua produtora em abril de 2023 junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A tentativa de registro, que ganhou grande visibilidade em setembro de 2024, é alvo de oposição do próprio INPI, que a considera de “altíssimo poder alusivo” à campanha de Lula.
Léo Santana e sua equipe já se manifestaram para esclarecer que não há e nem haverá qualquer ação judicial contra o presidente ou quem use a expressão. Eles reforçam que o bordão foi criado em 2011, durante o lançamento da música 'Madeira de Lei', e não tem ligação política, sendo o registro uma iniciativa comercial relacionada à sua carreira artística. Com informações de ATarde
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