
A iniciativa de governadores de direita para formar uma frente unificada contra o governo Lula perdeu fôlego após dois meses de ensaios. Rachas internos, disputas por protagonismo e a falta de direção clara após a inelegibilidade de Jair Bolsonaro contribuíram para o esvaziamento do movimento. A tentativa, iniciada em agosto, envolvia nomes como Tarcísio de Freitas, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Ratinho Jr., mas se dissolveu em meio a ataques mútuos e desconfianças.
Enquanto Lula recupera popularidade e retoma o controle da pauta política, o campo conservador enfrenta divisões cada vez mais explícitas. A ausência de um sucessor natural de Bolsonaro e as tensões entre seus aliados — inclusive entre seus filhos — deixaram a direita sem rumo, abrindo espaço para que cada liderança busque viabilidade própria em 2026.
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